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À descoberta da Mongólia

Expedição étnica e cultural.21 dias viagem. Transporte viaturas 4x4. Alojamento em hotéis e gers. Acompanhamento do tour leader da Papa-Léguas Agostinho Mendes.

Itinerário detalhado - Legenda (P: Pequeno almoço A: Almoço J: Jantar)

Dia 1:  Voo cidade de origem - Ulan Bator.
     mais...
O dia de hoje será passado entre aviões e aeroportos. Noite a bordo.
Dia 2:  Chegada a Ulan Bator.
Alojamento: Hotel
     mais...
Hoje é o dia de chegada à Mongólia. Depois de aterrar, o tour leader da Papa-Léguas dar-lhe-á as boas vindas.
Depois do transporte para o hotel faremos uma primeiro reconhecimento da capital do país.  
Dia 3:  Ida para a região remota de Baga Gazrin Chuluu.
Alojamento: Ger/Yurt familiar
Refeições: P - A - J     mais...
Hoje inicia-se a grande viagem que nos trouxe a este país. Já na companhia das robustas carrinhas russas 4x4, que nos vão transportar durante duas semanas, deixamos o centro de Ulan Bator e começamos por visitar os bairros periféricos, onde a paisagem urbana muda radicalmente e os edifícios de betão dão lugar a casas de madeira e aos tradicionais Gers.
Seguimos para sul, em direcção ao deserto do Gobi. Passamos junto à montanha sagrada de Zorgol Khairkhan, prosseguindo para a região remota de Baga Gazrin Chuluu, também ela uma grande formação rochosa, em granito, que se eleva da planície. Trata-se de um cenário de grande beleza que ficará impresso na mente de cada um.
 
 
Nota:
Ger/Yurt familiar: com capacidade para 4 a 6 pessoas com wc no exterior. Não tem eletricidade.
Dia 4:  Continuação para sul - Tsagaan Suvarga - Dalanzadgad.
Alojamento: Hotel
Refeições: P - A     mais...
A primeira paragem do dia é feita nas ruinas do templo Süm Khökh Burd, um edifício construído durante o século X, numa ilha de um pequeno lago e, imagine-se, com rochas que só podem ser encontradas a 300 quilómetros de distância.
Continuando para sul, vamos encontrar os primeiros grupos de camelos e sentir os efeitos do deserto, com a paisagem a tornar-se cada vez mais árida e inóspita.
Seguimos para Tsagaan Suvarga, um conjunto de formações rochosas muito peculiar, localizado em Ulziit soum, na fronteira sul da província de Dundgovi. Trata-se de uma extraordinária estrutura repleta de escarpas, erodidas pelos ventos que aqui se fazem sentir há milénios, e que se estende por 200 metros de comprimento e com zonas que atingem os 30 metros de altitude. Há quem diga que ao longe se parece uma cidade em ruínas.
Prosseguindo para sul, já às portas do deserto, uma breve paragem em Tsogt Ovoo, vai permitir-nos desentorpecer as pernas e observar o dia-a-dia de uma pequena aldeia mongol.
No final do dia, com a chegada a Dalanzadgad, atingimos o ponto mais a sul da nossa viagem. Capital da província do Gobi, mais conhecida como a capital do deserto, a cidade não apresenta grandes pontos de interesse, com excepção do seu fervilhante mercado, mas proporcionará o reabastecimento de alimentos frescos, o carregamento das baterias das camaras fotográficas e o acesso à internet.
Dia 5:  PN Gurvansaikhan - Vale Yolyn Am - Bayanzag.
Alojamento: Ger/Yurt familiar
Refeições: P - A - J     mais...
Hoje vamos dedicar o dia a visitar o deslumbrante Parque Nacional de Gurvansaikhan, o maior parque nacional da Mongólia, que em linguagem comum significa «o parque das três belezas naturais». É uma área de areias vermelhas, estranhas formações rochosas, montanhas que se elevam a 2.600 metros de altitude e gargantas que rasgam a terra em várias direcções.
Começamos pelo Yolyn Am, um admirável vale com uma garganta cercada por paredes rochosas escarpadas, onde podermos encontrar gelo durante quase todo o ano.
Seguimos para Bayanzag, o próximo ponto de interesse. Também conhecida por Flaming Cliffs, a região é famosa pela abundancia de fosseis de dinossauros e por ter sido aqui que o paleontólogo Roy Chapman Andrews encontrou os primeiros ovos daquele animal. A paisagem, que em determinados pontos faz lembrar o Grand Canyon americano, se bem que em pequena escala, é extremamente bela e capaz de nos avassalar a alma durante o pôr-do-sol.
Durante o dia, com um pouco de sorte, teremos ainda avistado várias espécies de aves de rapina, nomeadamente milhafres, abutres ou o Urubu-de-cabeça-preta, bem como o carneiro de Argali e o Ibex.
Dia 6:  Deserto de Gobi: as dunas de areia de Khongoryn.
Alojamento: Ger/Yurt familiar
Refeições: P - A - J     mais...
As surpresas do Gobi não ficam por aqui. Hoje é dia de conhecer um dos maiores ex-libris destas paragens: as dunas de areia de Khongoryn. Pertencentes a um cordão dunar que se estende por um bloco com 100 quilómetros de comprimento e 12 de largura, há dunas que atingem os 300 metros de altura.
Para os corajosos que aceitem o convite em subir ao topo, a paisagem é arrebatadora: de um lado um incontável número de dunas; do outro, uma língua verdejante, quase a lembrar um oásis, onde corre um curso de água e onde estão instalados Gers de várias famílias. Enfim, a compensação não poderia ser melhor! São inúmeras as razões para subir e assistir a um pôr-do-sol memorável.
 
Dia 7:  Ida para Arvaikheer.
Alojamento: Hotel
Refeições: P - A     mais...
No dia de hoje vamos fazer uma longa tirada em direcção a Norte. Deixando a região de Ömnögov para trás, prosseguimos através de uma região montanhosa, onde alguns picos ultrapassam os 3.000 metros. A progressão revela-nos uma paisagem cada vez menos desértica, dando lugar a uma vegetação mais abundante e ao aparecimento de pequenos cursos de água.
Com a chegada a Arvaikheer, uma pequena mas acolhedora cidade do interior mongol, voltamos ao contacto com aspectos mais ligados ao desenvolvimento, nomeadamente com o acesso a electricidade e a lojas onde poderemos reabastecer-nos.
 
 
Dia 8:  Mosteiro Erdene Zuu - Cidade de Karakorum.
Alojamento: Acampamento Ger/Yurt
Refeições: P - A - J     mais...
O principal destaque do dia está em Kharkhorin, mas não é a cidade propriamente dita que nos trás aqui. Antes sim o mosteiro Erdene Zuu e a antiga Karakorum, a capital da Mongólia entre os anos 1220 e 1260. Embora a decisão em tornar Karakorum como capital do império tenha partido do próprio Gengis Khan, tal não viria a ser feito durante a sua vida, pois só o seu sucessor, Ögedei Khan, veio a concretizar a sua vontade.
Diversas escavações arqueológicas, particularmente desenvolvidas nos últimos anos, têm vindo a revelar alguns vestígios da antiga capital, com principal destaque para as que se encontram junto ao mosteiro Erdene Zuu. Antes de visitarmos este extraordinário conjunto monástico, vamos subir à colina onde ainda subsiste uma grande tartaruga em pedra, precisamente onde se encontrava uma das exterminadas da cidade antiga e de onde podemos obter boas vistas sobre o vale.
Chegada a vez de Erdene Zuu, vamos ficar fascinados com a sua riqueza e história. Construído em 1585, é o mosteiro mais antigo que chegou aos nossos dias, tendo sobrevivido, nomeadamente, às purgas soviéticas que destruíram em massa os templos budistas do país no final da década de 30.
Seguimos depois para o museu da cidade, recentemente inaugurado, onde poderemos saber mais em pormenor a história do império mongol e a importância que Karakorum teve no seu crescimento.
 
Nota:
Acampamento Ger/Yurt: para duas pessoas com wc no exterior. Tem eletricidade. É possivel tomar duche.
Dia 9:  Vale de Orkhon - Mosteiro Tuvkhon.
Alojamento: Acampamento Ger/Yurt
Refeições: P - A - J     mais...
O dia começa com a visita a Tuvkhon, um mosteiro fundado em 1650 por Zanbazar, um aclamado filósofo e líder espiritual da época. Também conhecido como o templo da «terra da solidão pacífica», o complexo monástico desenvolve-se através de uma colina, onde várias construções de madeira estão integradas com um sistema natural de cavernas. Instalado a 2312 metros de altitude, o mosteiro Tuvkhon permite uma vista deslumbrante sobre o vales e bosques circundantes.
O resto do dia será passado no vale de Orkhon, lugar reconhecido pela UNESCO como património mundial, historicamente muito rico e com paisagens profundamente belas. Elevado pelo governo mongol a Parque Nacional desde 2006, a região é atravessada pelo maior rio do país, cujas águas serpenteiam as estepes por mais de 1100 quilómetros.
Para além das manadas de cavalos que habitualmente se refrescam junto às margens, vamos poder encantar-nos com a cascata de Orkhon, também conhecida como Ulaan Tsutgalan. Formada por uma combinação de erupções vulcânicas e terremotos ocorridos há 20 mil anos, trata-se da maior queda de água do país, com 27 metros de altura e 10 de largura.
Dia 10:  Tsetserleg.
Alojamento: Hotel
Refeições: P - A     mais...
A poucas horas de distância do vale de Orkhon encontramos Tsetserleg, cidade instalada num vale verdejante, mesmo no coração das montanhas Khangay, que reconhecidamente é um dos aglomerados populacionais mais pitorescos e interessantes do país. Com ruas alinhadas, telhados pintados de todas as cores e gente extremamente acolhedora, a calma que vamos encontrar convida-nos a relaxar na companhia de uma bebida refrescante e, porque não, a partilhar com o restante grupo algumas das melhores fotografias que realizámos até ao momento.
Dia 11:  Rio Chuluut - PN Khorgo-Terkhiin Tsagaan.
Alojamento: Ger/Yurt familiar
Refeições: P - A - J     mais...
Tomando a direcção noroeste, vamos percorrer quilómetros na companhia das montanhas Khangay, com as quais já havíamos tido contacto junto a Tsetserleg. Trata-se da segunda maior cordilheira da Mongólia, onde nascem algum dos mais importantes rios e onde alguns picos, para além de sagrados, atingem uns impressionantes 4.000 metros de altitude.
A próxima paragem será para observar a garganta sinuosa do rio Chuluut e a beleza que alguns recantos do seu curso proporcionam. Num país onde não faltam belos e prodigiosos parques naturais, hoje vamos conhecer mais um: o Khorgo-Terkhiin Tsagaan. Rico em campos de lava, crateras de vulcões e pastagens, onde ocasionalmente poderemos ver rebanhos de iaques, o grande atractivo da região é o lago Terkhiin Tsagaan ou Lago Branco, como também é conhecido. Entramos no parque pela zona leste e seguimos para o vulcão Khorgo.
Vamos ter que subir a sua encosta com a ajuda da força muscular, mas a recompensa será valiosa. Espera-nos uma imponente cratera com 200 metros de largura e 100 de profundidade, bem como excelente panorâmica sobre a região.
Seguimos depois para o lago Terkhiin Tsagaan, onde iremos instalar-nos em Gers de uma família nómada.
Dia 12:  Jargalant - lago Zurkh - Mörön.
Alojamento: Hotel
Refeições: P - A     mais...
Hoje vamos fazer a primeira paragem do dia em Jargalant, uma pequena vila da estepe onde, para além de visitarmos uma interessante ponte de madeira, sobre um dos afluentes do rio Ider, vamos avistar rebanhos de ovelhas e cabras ou grandes manadas de cavalos.
Prosseguindo para Norte, vamos fazer uma pequena incursão na parte leste do lago Zurkh (Zuun): um espelho de água salgada, rodeado por vários montes e formações rochosas, localizado 2000 metros acima do nível do mar.
O destino final do dia é Mörön, cidade onde vamos apenas pernoitar, mas onde não existem grandes motivos de interesse e há uma reconhecida falta de hospitalidade por parte de alguns dos seus habitantes. De qualquer modo, é uma paragem que nos permitirá ultrapassar problemas logísticos, nomeadamente carregar baterias ou comprar mantimentos.
Dia 13:  Conjunto megalítico Uushig Deer - Lago Khovsgol.
Alojamento: Ger/Yurt familiar
Refeições: P - A - J     mais...
Seguimos para norte, em direcção a Khatgal, cidade instalada no sopé do Lago Khovsgol. Com 136 quilómetros de comprimentos e 36 de largura, estamos a falar do segundo maior lago do país e o mais profundo, com 262 metros. As suas águas são frias, cristalinas e extremamente puras, tratando-se da mais importante reserva de água potável da Mongólia e 2% do total mundial. E se quando visitamos o Gobi apontamos as dunas de Khongoryn como um dos ex-líbris da região, talvez agora possamos fazer o mesmo com o Lago Khovsgol, mas para o norte.
A visita prossegue junto ao porto da cidade, onde alguns dos seus enferrujados navios são espelhados nas águas mansas do lago. Seguimos depois pela estrada que contorna a margem ocidental, cuja paisagem é preenchida por extensas áreas de cedro e pinheiro, dispõe de montanhas mais altas e é cenicamente mais bela.
O destino final do dia, Toilogt, fica a escassos 20 quilómetros de Khatgal e vai ser a nossa base para explorar a região. Até lá, vamos passar pela bela zona de Jankhai, parar com a frequência que desejarmos e deixar-nos arrebatar pela magia que se apresenta aos nossos olhos.
Dia 14:  Lago Khovsgol.
Alojamento: Ger/Yurt familiar
Refeições: P - A - J     mais...
Continuamos a explorar a fauna e flora das imediações do Lago Khovsgol, bem com as belas paisagens circundantes que procuraremos registar em inúmeras fotografias.
Vamos visitar um acampamento pertencente às tribos nómadas Tsaatan, conhecidas por se dedicaram ao xamanismo, pela utilização de tendas em forma de pirâmide - semelhantes às utilizadas por várias tribos índias da América do Norte - e disporem de manadas de renas, animais que são a sua principal fonte de sustento. Esta visita terá por base um dos poucos acampamentos existentes junto ao lago, durante o verão, e não a região montanhosa onde habitualmente podemos encontrar esta comunidade, a muitos quilómetros de distância e sem acesso a veículos motorizados.
Para quem o desejar fazer, há ainda a possibilidade em desenvolvermos alguns trekkings de baixa dificuldade ou passeios a cavalo.
Dia 15:  Regresso a Mörön.
Alojamento: Hotel
Refeições: P - A     mais...
Seguimos para sul, em direcção a Mörön, cidade onde havíamos estado dois dias antes. Será feito o mesmo percurso, agora em sentido inverso, mas sempre na companhia de paisagens de cortar a respiração.
A tarde será passada a explorar a cidade que, embora não seja propriamente conhecida por dispor de grandes atracções turísticas, ainda assim apresenta alguns pontos de interesse.
Dia 16:  Rio Selenge - Vulcão Uran Togoo.
Alojamento: Acampamento Ger/Yurt
Refeições: P - A - J     mais...
Prosseguimos agora para leste, através de vales montanhosos, repletos de verdejantes zonas de pasto e abundantes cursos de água.
O rio Selenge é um dos mais importantes do país e manter-se-á presente por muitos quilómetros. À nossa direita, não muito longe da linha do horizonte, somos novamente acompanhados pela cordilheira das montanhas Khangay.
A longa tirada do dia termina junto a um monumento natural: o Uran Togoo Tulga. Sem qualquer actividade vulcânica há milhares de anos, esta reserva ocupa uma superfície de 8 quilómetros quadrados e dispõe de três vulcões - Uran Togoo, Tulga Togoo e Jalavch Uul - com os cones em bom estado de conservação.
A nossa atenção orienta-se sobretudo para o vulcão Uran Togoo, o maior de todos e ao qual iremos subir. No topo vamos encontrar uma cratera com cerca de 600 metros de largura e 50 metros de profundidade, bem como um lindo cenário composto por bosques e um pequeno lago com 20 metros de diâmetro.
Dia 17:  Erdenet - Mosteiro de Amarbayasgalant.
Alojamento: Acampamento Ger/Yurt
Refeições: P - A - J     mais...
Depois do pequeno-almoço, seguimos para Erdenet, a segunda maior cidade da Mongólia. Muito marcada por um estilo arquitetónico tipicamente soviético, o que poderá ter o seu interesse histórico, esta cidade é conhecida essencialmente pela sua grande mina de cobre (a sétima maior do mundo) e pela equipa nacional de arqueiros tradicionais.
Sem outras paragens intermédias previstas, o percurso de hoje termina no mosteiro Amarbayasgalant. Também conhecido como o mosteiro da «felicidade tranquila», este impressionante conjunto monástico está instalado no vale Iven, perto das margens do rio Selenge e bem no sopé dos montes Büren-Khaan. Com ordem de edificação dada pelo imperador manchu Kang XI, de modo a que o espaço servisse como lugar de descanso final de Zanabazar, a construção já só se veio a iniciar em 1727, alguns anos após a morte do imperador.
Ao contrário do mosteiro Erdene Zuu, onde há alguns dias encontramos salas e tempos com vários estilos arquitectónicos, em Amarbayasgalant vamos encontrar um único estilo, muito influenciado pela arquitectura chinesa. Apesar de uma parte significativa dos cerca de 40 templos originais ter sido destruída com a chegada do regime comunista ao país, num período em que viviam cerca de 2.000 monges no mosteiro, a parte central permaneceu mais ou menos intacta, tendo em grosso modo apenas sido perdidas relíquias, artefactos, Sutras, manuscritos e livros. A construção, beleza e decorações, fazem deste mosteiro um dos monumentos mais impressionantes do país.
Dia 18:  Regresso a Ulan Bator.
Alojamento: Hotel
Refeições: P - A     mais...
Com a viagem a chegar ao fim e as recordações a já preencherem o pensamento de cada um, seguimos para Ulan Bator, onde deveremos chegar a meio da tarde.
O resto do dia é livre, onde cada um poderá permanecer no hotel a descansar ou, se assim o desejar, aproveitar para um breve passeio e descontrair numa qualquer esplanada da cidade.
Dia 19:  City tour em Ulan Bator.
Alojamento: Hotel
Refeições: P     mais...
Dia inteiramente destinado a conhecer a cidade de Ulan Bator, capital da Mongólia.
Os viajantes vão poder visitar edifícios e praças onde o estilo arquitectónico é claramente marcado pelo legado da presença soviética no país. Visita ao museu nacional para melhor compreender as características da história e cultura do país, agora que foram percorridos mais de 3000 km de estradas e estepe. Na colina Tasgany Ovoo vamos encontrar a pirâmide sagrada feita de pequenas pedras e no memorial Zaisan, construído para relembrar os soldados soviéticos que pereceram na segunda guerra mundial, vão-se poder fazer as melhores fotografias panorâmicas sobre a cidade.
Segue-se a visita ao Gandantegchinlen (gandam) Khiid, o maior mosteiro do país, e ao palácio de inverno do Bogd Khan, o primeiro e único Khan do país após a declaração de independência da dinastia Qing em 29 de dezembro de 1911.
Dia 20:  Voo Ulan Bator - cidade de origem.
Refeições: P     mais...
Hoje é dia de regressar à cidade de origem. Em hora a definir transporte para o aeroporto e inicio da viagem de regresso à cidade de origem.
Dia 21:  Chegada à cidade de origem.
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