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Luz, câmara, viagem. Destinos de cinema para descobrir com a Papa-Léguas

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Durante décadas, o cinema transportou-nos para mundos imaginários. Era uma janela para universos distantes, uma fuga de duas horas num auditório escuro. Hoje em dia, os locais que vemos eternizados no grande ecrã já não são tão inalcançáveis.

Os cinéfilos tornaram-se viajantes. Já não se limitam a ver histórias: também querem vivê-las. É neste contexto que surge o  turismo cinematográfico ‒ ou set-jetting, como também é conhecido ‒, a tendência crescente de viajar para locais que serviram de cenário a filmes e séries.

Impulsionados pelo crescimento das plataformas de streaming e pelo poder das redes sociais, o set-jetting transformou cenários cinematográficos em destinos de sonhos. Desde as montanhas etéreas de Zhangjiajie, que inspiraram o universo visual de Avatar, até às dunas cinematográficas de Wadi Rum na Jordânia, onde foi filmado “Dune”, os destinos têm ganho uma nova dimensão quando associados a narrativas poderosas ‒ e a Papa-Léguas pode levar-te a alguns deles.

Zhangjiajie, China (“Avatar”)

Na viagem China: de Pequim aos Himalaias, o itinerário passa pelo Parque Nacional de Zhangjiajie. Situado no coração da província de Hunan, o parque destaca-se pelas formações rochosas verticais que parecem suspensas no ar, que inspiraram as famosas Montanhas Hallelujah do filme “Avatar”, de James Cameron.

Caminhar pelos passadiços panorâmicos ou atravessar a famosa ponte de vidro é quase uma experiência cinematográfica. A névoa que envolve os pilares de arenito cria uma atmosfera verdadeiramente surreal. Não é difícil imaginar as montanhas flutuantes de Pandora.

Wadi Rum, Jordânia (“Dune”)

Conhecido como o “Vale da Lua”, Wadi Rum é uma das paisagens desérticas mais impressionantes do Médio Oriente, que lembram Marte. O cenário quase extraterrestre serviu de pano de fundo a produções como “Dune”.

Para além do imaginário cinematográfico, Wadi Rum oferece experiências autênticas, como percursos em 4×4 pelas dunas, caminhadas ao pôr do sol e noites em acampamentos sob um céu estrelado impressionante ‒ tudo atividades que é possível fazer na viagem “Os Segredos da Jordânia”.

Swakopmund, Namíbia (“Mad Max”)

As paisagens áridas e quase apocalípticas da Namíbia ‒ que percorremos na viagem “Namíbia – Do Namibe ao Etosha” ‒ foram escolhidas para dar vida ao mundo distópico de “Mad Max: Fury Road”, realizado por George Miller. Grande parte das filmagens decorreu nas regiões desérticas junto a Swakopmund, na dramática Skeleton Coast e nas áreas montanhosas próximas das Rossing Mountains.

As dunas intermináveis, as planícies e os horizontes vazios ofereceram o cenário perfeito para a estética crua e intensa do filme. Para quem visita a Namíbia, há algo fascinante em percorrer estas estradas desertas e reconhecer o ambiente cinematográfico.

Ouarzazate, Marrocos (“Gladiador”)

Conhecida como a porta do deserto do Saara, Ouarzazate acolheu inúmeras produções internacionais, incluindo “Gladiador”. O destino, onde a história antiga e a ficção de Hollywood se fundem, é uma das paragens da viagem “Oásis do Sul”.

Foi aqui, entre as muralhas de terra batida e o horizonte infinito, que Ridley Scott encontrou o cenário perfeito para a ressurreição de Maximus no filme “Gladiador”. Ouarzazate é tão versátil que já “interpretou” o Egito, Jerusalém e até reinos de fantasia de “Game of Thrones”.

Monument Valley, EUA (“Forrest Gump”)

Poucos cenários são tão emblemáticos do imaginário americano quanto Monument Valley, um dos destaques da viagem “Grandes Parques Americanos”. Foi aqui que Forrest Gump eternizou uma das suas cenas mais famosas: o momento em que decide parar de correr.

Situado na fronteira entre o Arizona e o Utah, este vale é marcado pelas imponentes formações rochosas avermelhadas que se tornaram um ícone do cinema e da cultura visual dos EUA. É uma paisagem que parece saída diretamente de um western clássico.

Salar de Uyuni, Bolívia (“Star Wars: The Last Jedi”)

O maior deserto de sal do mundo serviu de cenário para “Star Wars: The Last Jedi”. A superfície branca e infinita cria um efeito visual quase surreal, especialmente na época das chuvas, quando se transforma num gigantesco espelho natural. 

Embora as filmagens principais tenham recorrido a outros locais e efeitos visuais, o Salar de Uyuni ‒ um dos pontos altos da viagem “Do Salar de Uyuni à Ilha de Páscoa” influenciou diretamente a estética desse mundo cinematográfico. Com mais de 10 mil quilómetros, este deserto branco é tão vasto e surreal que parece realmente fazer parte de outra galáxia.

Parque Nacional Tongariro, Nova Zelândia (“O Senhor dos Anéis”)

O Parque Nacional Tongariro, que faz parte do roteiro da viagem “Nova Zelândia – Antípodas”, é um dos cenários naturais mais emblemáticos do cinema moderno. Com vulcões ativos, planícies rochosas, lagos alpinos e paisagens dramáticas, o parque serviu como base para a criação de Mordor e outras regiões da Terra Média na trilogia de “O Senhor dos Anéis”, realizada por Peter Jackson.

As montanhas nevadas de Tongariro e os lagos vulcânicos recriaram a sensação de um mundo épico, intenso e mágico, dando vida à visão literária de J.R.R. Tolkien. A autenticidade das paisagens naturais permitiu que cenas dramáticas fosse filmadas sem recorrer a cenários artificiais. 

Havana, Cuba (“James Bond, Die Another Day”)

Cuba, com as suas cores vibrantes, carros clássicos e arquitetura colonial, tornou-se um cenário cinematográfico icónico graças à saga James Bond. O filme “Die Another Day” incluiu cenas filmadas em Havana, capturando a energia única da cidade: ruas estreitas, praças históricas e o ritmo caribenho que dá vida ao quotidiano cubano.

Mais do que apenas um pano de fundo para a ação, Havana oferece uma experiência sensorial completa. É um destino que faz parte do catálogo da Papa-Léguas (“Cuba ‒ Meet the Locals”) e permite que os visitantes sintam-se parte da narrativa de Bond.

Seul, Coreia do Sul (“Parasite”)

A Coreia do Sul, com a sua capital vibrante e contrastante, foi cenário do fenómeno mundial “Parasite”. O filme, realizado por Bong Joon-ho, incluiu cenas filmadas em Seul, capturando de forma incrível as desigualdades sociais através da própria geografia urbana: bairros residenciais modernos nas colinas, ruelas densas com apartamento semi-subterrâneos e uma cidade onde o luxo e precariedade coexistem lado a lado.

Mais do que apenas pano de fundo para a narrativa, Seul assume um papel quase protagonista. Hoje, visitar a capital da Coreia do Sul é mergulhar nesse contraste fascinante entre tradição e modernidade: mercados locais e palácios históricos convivem com arranha-céus futuristas e bairros criativos.

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