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8 leis estranhas pelo mundo que podem apanhar turistas desprevenidos

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Viajar é, para muitos, sinónimo de liberdade ‒ mas também há que ter cuidado. Cada país tem as suas próprias regras, algumas delas tão inesperadas que podem apanhar qualquer turista desprevenido. O que parece um gesto banal no teu país pode, noutro contexto, resultar numa multa pesada ou até problemas legais mais sérios.

É precisamente isso que torna o tema das leis estranhas tão fascinantes. Elas revelam não só diferenças culturais profundas, mas também prioridades sociais, históricas e até políticas. Aqui ficam as leis mais bizarras que tens de conhecer antes de fazeres o próximo check-in.

Singapura ‒ Proibição de pastilha elástica

Em Singapura, a obsessão pela limpeza e ordem é quase uma marca nacional. Uma das leis mais famosas é a restrição à venda de pastilhas elásticas. Desde 1992 que é proibido importar ou vender pastilhas para evitar que as ruas e os transportes públicos fiquem sujos.

É possível ter uma ou outra para uso pessoal no bolso, mas se fores apanhado a deitá-la para o chão ou a tentar vender um pack de 10, a multa pode chegar aos 1000€. Deitar lixo ao chão, cuspir ou até esquecer-se de descarregar o autoclismo em casas de banho públicas pode resultar em multas significativas.

Tailândia – Não pisar dinheiro

Na Tailândia, pisar dinheiro pode parecer um gesto irrelevante, mas na realidade é ilegal. Isto porque as notas e moedas exibem a imagem do rei, uma figura profundamente respeitada no país. Qualquer ação que possa ser interpretada como desrespeito à monarquia é tratada com grande seriedade.

Coreia do Norte – Cuidado ao fotografar estátuas

Na Coreia do Norte, fotografar estátuas dos líderes é permitido e fortemente encorajado como parte da experiência turística. No entanto, existe uma regra muito específica: as imagens devem mostrar a estátua completa, de corpo inteiro. Cortar a cabeça, focar apenas numa parte ou enquadrar a imagem de forma considerada desrespeitosa é proibido.

Esta exigência está ligada ao culto de personalidade em torno de figuras como Kim II-sung e Kim Jong-il. As estátuas não são vistas apenas como monumentos, mas como símbolos quase sagrados do Estado.

Barbados ‒ Proibido utilizar padrão camuflado

Em Barbados, usar roupa com padrão camuflado é ilegal para civis. A proibição aplica-se tanto a residentes como a turistas e inclui qualquer peça de vestuário ou acessório com esse padrão, mesmo que seja apenas decorativo. Esta regra existe porque o padrão camuflado é reservado exclusivamente para uso militar, como forma de evitar confusão ou imitação das forças armadas.

Veneza ‒ Alimentar pombos pode dar multa

Em Veneza, uma das regras mais conhecidas (e frequentemente ignoradas por turistas) é a proibição de alimentar pombos, especialmente em locais icónicos como a Praça de São Marcos. Durante anos, alimentar estas aves foi quase uma tradição turística, mas acabou por se tornar um problema sério.

Canadá ‒ Demasiadas moedas podem ser recusadas

No Canadá, existe uma regra pouco conhecida sobre pagamentos em numerário. Apesar de todas as moedas terem valor oficial, há limites legais de “moeda aceitável” quando se tenta pagar uma compra apenas com moedas. Isto significa que um comerciante pode recusar pagamentos se estiveres a tentar usar “demasiadas” moedas numa única transação.

Grécia ‒ Proibição de salto alto na Acrópole

Em locais arqueológicos na Grécia, especialmente na famosa Acrópole, existe uma regra curiosa: o uso de sapatos de salto alto pode ser proibido em certas áreas de visita. Isto porque os pisos de pedra antigos são extremamente frágeis e já sofreram milhares de anos de desgaste. Como um salto alto concentra o peso num ponto muito pequeno, pode causar danos irreversíveis em superfícies históricas.

Svalbard ‒ Proibido morrer

Em Longyearbyen, a principal cidade do arquipélago de Svalbard, existe uma das “leis” mais famosas (e mal interpretadas) do mundo: não é permitido morrer na cidade. Na prática, isto não significa que alguém seja multado por morrer, mas o sistema local simplesmente não permite que os corpos sejam enterrados lá. 

Desde a década de 1950, o cemitério da cidade deixou de aceitar novos enterros porque o solo permanentemente congelado impede a decomposição dos corpos.

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